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Será que só vendedores profissionais vendem? O que significaria vender?
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A princípio, diríamos que vender significa trocar algum produto ou serviço por um pagamento. Mas essa seria uma definição simples demais para tudo o que pode representar uma venda.


Em primeiro lugar, uma venda não é uma simples troca material. Quem se propõe a vender algo, tem em mente que possui algo útil para alguém. Algo que ou resolve algum problema ou atende a alguma necessidade ou desejo. Sempre.


Em uma venda tradicional, feita por um vendedor profissional, há um produto ou serviço a ser vendido. Falando de uma maneira bem simples, esse vendedor busca potenciais clientes que podem se beneficiar do que ele tem para oferecer. De alguma forma, ele inicialmente valida o possível interesse, e apresenta a sua oferta. Caso tenha sido convincente de que o que está sendo proposto vale o custo e atende ao interesse inicial, a venda é fechada. Há um pagamento em troca do fornecimento do produto ou da prestação do serviço. Há uma experiencia do cliente tanto no processo de venda, quanto na utilização do item negociado.


Agora, será que esse processo só existe em uma venda tradicional? Por exemplo, quando um arquiteto busca clientes para oferecer seus serviços ele também não está realizando uma venda, mesmo sem ser um profissional de vendas? Talvez seja mais simples perceber quando ele está negociando o projeto em si. Há competências da parte do profissional (o que ele tem para oferecer) e há um interesse por parte do potencial cliente (de novo, seja por um problema, por uma necessidade ou por um desejo). Esse interesse é validado e uma oferta de serviço é apresentada. Se esse potencial cliente perceber que a oferta atende ao que ele está buscando e que vale o preço apresentado, o contrato é fechado.


Veja que é praticamente igual e que o arquiteto (no caso) não é um vendedor profissional, mas realiza uma venda. Concorda? E se estivéssemos falando de outra atividade profissional? Um advogado, ou um personal trainer, por exemplo. Seria exatamente o mesmo.


Agora vamos um pouco mais adiante. Quando vamos a um médico por algum desconforto, ou mesmo para uma consulta periódica, ouvimos um diagnóstico e uma ou mais indicações de tratamentos, se for o caso. Normalmente o médico usa o seu conhecimento e a sua autoridade para nos convencer a tomar alguma ação, que pode ser tomar um medicamento, fazer uma cirurgia ou mesmo alterar um hábito prejudicial. Nesse processo há alguma venda? Na prestação do serviço (a consulta em si), sim, claramente, mas a decisão de compra (da consulta) foi tomada com base em referências. Agora, será que podemos dizer que há uma “venda” dos possíveis tratamentos? Sim, também, de alguma forma. Se não “comprarmos” o diagnóstico, não visualizarmos os benefícios e não acharmos que vale o “custo” (de alterar um hábito, por exemplo), essa “venda” não é concretizada. E isso pode afetar novas vendas desse médico (que acontece por referências).


Veja que mostramos aqui em três exemplos diferentes como conceitos, habilidades e técnicas de vendas podem ser aplicados em algumas situações. Podem ser tanto em uma venda como tradicionalmente conhecemos, quanto em vendas feitas por profissionais de outras áreas, envolvendo pagamentos diretos ou não.


Citamos apenas alguns exemplos, mas tenhamos a certeza de que saber vender é uma das mais importantes habilidades para se aprender. Vale para qualquer área, vale para qualquer profissão.


Afinal, vendas, é para todos.


Você concorda?



 
 
 

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